terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

do Oaipoque ao Chuí, ou quase isso

Estou em Imperatriz, no Maranhão, onde participo do Salão do Livro na noite desta terça-feira. Dizem que pode fazer uns 40 graus ou mais daqui a pouco, quando eu acordar (escrevo isto de madrugada). Vai ser um contraste pra quem acaba de voltar de Caxias do Sul! Estive em Caxias na quinta na sexta e lá estava fazendo menos de 10 graus, com um ventinho "sinistro".

Mas a viagem foi muito boa, dividida entre as palestras e os encontros com o pessoal do futebol. Passei por Morro Reuter e Cachoeirinha antes de ir a Caxias, e lá pude conhecer de perto a estrutura dos dois clubes da cidade, o Juventude e o Caxias.

Além da seriedade dos seus dirigentes, fiquei encantado com os projetos apresentados, que têm tudo para levar a cidade de Caxias do Sul cada vez mais para o centro das atenções de quem está ligado em futebol no Brasil.
O Juventude está construindo o que será um dos melhores Centros de Treinamento do país, e o Caxias já vem realizando um belo investimento há algum tempo no seu clube com muita competência e organização. Pelo que conheci nesta viagem, os dois clubes estão em ótimas mãos.

Visitei o estádio do Caxias à noite e conheci até o vestiário especial das assistentes "bandeirinhas" femininas, mas na ocasião em que fomos ao estádio elas não estavam por lá. A infra-estrutura é de primeira, sem dúvida não são muitos clubes no Brasil que têm o que eu pude ver lá em Caxias do Sul.
O CT do Juventude vai ter vários campos de futebol, inclusive uma área coberta com grama sintética (por causa do frio), que já está em funcionamento. E foi lá que eu encontrei com a meninada da escolinha, e fiquei até com vontade de bater uma bola. Mais interessante ainda do que o grandioso CT é a mentalidade de formação de atletas de excelência nas bases do clube, que está chegando perto dos cem anos de existência, mas cheio de idéias inovadoras.

Espero voltar muitas vezes a Caxias, e da próxima vez vou ver se levo o Tom e o Davi, que também vão gostar. A feira do livro como sempre foi realizada com muito carinho e eu me sinto cada vez mais em casa na Serra Gaúcha.